Patricinha gata se excita com o cheiro do mictório e se masturba até gozar pingando

Em nosso imaginário social, associamos as mulheres extremamente bonitas com aquelas criaturas inacessíveis, puras, até mesmo diríamos “frescas”, poderes estes que a beleza lhes dá.

Talvez seja esta mesmo a ideia da pornografia, quando coloca uma destas mulheres em uma situação sexual inimaginável, como por exemplo fazendo sexo com vários homens ao mesmo tempo, ou chupando um pau que acabou de sair do cu de outra mulher.

Mas como sexo anal é outra estória, vamos acompanhar esta cena de fetiche por mijo. Uma morena de parar o trânsito, totalmente nua, com suas sensuais e sexy sandálias, exibe seu corpo perfeito e se masturba, olhando sensualmente para a câmara e colocando a linguinha para fora (o que é eroticamente contestável, mas vamos lá, clichê é clichê).

Até aí nenhuma novidade…a não ser pelo local onde a patricinha gata se exibe: um infecto mictório masculino, com seus urinóis avariados, suas paredes suja e ou odor a mijo velho e ranço que não podemos sentir, somente pressentir.

É neste cenário decadente e mal cheiroso que ela se excita tanto com o cheiro de mijo, que começa a se masturbar, introduzindo dois, três dedos em sua bocetinha úmida. Ela se etimula tanto com este “odor dourado” que em pouco tempo ela começa a gozar.

Mas gozar pingando, fazendo com que suas secreções vaginais e seu gozo feminino escorram para fora da vagina, encharchando sua mão e o piso sórdido do banheirão.

Enfim, um daqueles contrastes entre beleza e perversidade que somente os grandes pornógrafos conseguem criar.

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Mijada gostosa a dois: regando o tronco do pau com seu mijo

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Um momento sublime do fetiche de chuva dourada, ele posiciona seu grosso e longo pênis sob o púbis dela e numa gostosa mijada a dois ela acaba regando o tronco do pau com seu mijo.

A metáfora é inevitável: todas as árvores que, nós homens, regamos o tronco fazendo xixi durante nossa infância, agora são remetidas simbolicamente neste ato compartilhado de sexualidade úmida.

Ele recebe em seu pênis a mijada, quente, sensual, líquida, enquanto ela sente a comumnhão com a natureza e aquela gostosa sensação de alívio, tão natural de nosso corpo, que é o mijar.

Só não sei como ele ainda está meia bomba e não exibe uma tamanha ereção, com a regada que levou!

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Bucetinha asiática jorrando xixi

Para quem curtiu o conto “Amor Sob Chuva Dourada: a Pissing Story de nosso amigo Loving-Piss-X e ficou imaginando como seria a bucetinha de uma japonesa jorrando xixi, aqui vai uma foto para vocês se deliciarem. Ao contrário da estória, esta linda xavasquinha não é depilada, mas tem os fartos e negros pentelhos tão típicos das mulheres asiáticas; os lábios escuros e grossos da vagina e a ruelinha arroxeada também indicam quem é a dona desta bucetinha que expele um tentador jato de mijo. Assim é o erotismo, quando é mais excitante imaginar e completar esta cena de mijada “solo” mentalmente, do que vê-la completa. Concordam?

bucetinha-jorrando-xixi

E para terminar, quem não gostaria de beber diretamente desta fonte?

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Amor Sob Chuva Dourada: A Pissing Story

Um conto (relato?) de Loving-Piss-X

Nossa historia começa quando (Johnny), um belo jovem de 20 anos encontra-se com dois de seus velhos amigos de balada que estão indo a uma boate com uma turma de mais quatro jovens amigas deles, as quais não conhecia nenhuma. Isto o deixou surpreso pois estes seus amigos raramente levavam meninas para as boates, e sim procuravam  lá dentro mesmo.

Johnny conversou com o grupo por mais ou menos uma hora, conheceu as meninas e foi convidado por todos para ir junto com eles à balada que iria ocorrer na boate Voice, no bairro Savassi, Belo Horizonte, terra do Brasil. Ele adoraria ir com eles, mas tinha uma festa na casa de seu amigo para ir, ele então se despede de todos, embora quisesse ir por Sayury, uma bela descendente de japonesa de 19 aninhos cuja humildade, simpatia e beleza incomparável de uma ninfetinha angelical, o havia hipnotizado, pois ele acreditava ser quase impossível uma bela dama tratar o próximo com tanto carinho e respeito como ela fazia.

Ao despedirem-se ela deu um terno beijo no rosto de (Johnny), o que apesar de não dar esperança alguma a ele (Em conversa anterior ela havia dito que não ficava com ninguém casualmente assim, e mais dificilmente ainda em ocasiões tais como esta.) o deixou extasiado e com um sentimento de muita admiração por ela apos ter concedido a ele tal ato de carinho tão raro nos dias de hoje.

Ao ir se afastando, Renan um amigaço rico de (Johnny) lhe telefona e diz que a festa em sua casa fora adiada para as 3:00 da manhã por causa de um jogo restrito de RPG que tinha marcado com alguns dos outros convidados da festa, e que (Johnny) não poderia ir por ter tido uma rixa com o atual mestre.

Mas disse que o mestre não estaria convidado a festa, apenas os demais jogadores.

Então ele retorna ao grupo de baladeiros com um sorriso no rosto e pronto para a balada.

Já dentro da boate, sem muita grana nem coragem de falar que não tem $, ele não bebe nada na boate no decorrer da noitada, e diz ser por estar tomando remédio (Não tomava nem suco e para não ter que pedir nada passaria sede, mas não iria beber nem do copo dos outros.)

Como era de se imaginar Johnny e Sayury se deram super bem, mesmo que estritamente como amigos, e trocaram muita ideia o tempo todo se conhecendo, pois eram incrivelmente parecidos em seu jeito de pensar sobre a vida e principalmente em sua visão de respeito e gentileza para com o próximo.

Ele estava com medo de estar parecendo ser fingido para ela, (tipo falando que era assim so para pegar ela) mas ao mesmo tempo com a pulga atrás da orelha por estar desconfiado que ela também estava fingindo ser assim somente para agradar ele.

(Johnny pensando) – Mas a troco de que ela faria isto ? Ela pode ter tudo que quer fácil, fácil sem fazer o menor esforço ? Caras como eu não devem ser nada para ela. Ela deve estar sendo verdadeira em suas palavras.

Conversa vai conversa vem e ela já tinha tomado 4 latinhas de cerveja, e toda hora ia no banheiro aliviar o efeito diurético da bebida. Mas chega uma hora em que o assunto fica tão interessante que passa-se 1 hora e meia que ela esta bebendo e enrolando de ir ao banheiro, e olha que de 15 em 15 minutos ela termina uma nova latinha falando que precisa usar o banheiro urgente, desde que ela parou de ir ao banheiro já tinha tomado mais 5 latinhas e já estava terminando a sexta.

Ate que enfim ela diz a ele, agora eu tenho que ir, não aguento mais, quase fiz na saia neste instante !

Johnny sorri e diz que é mentira.

(Solta e descontraída por causa do álcool) ela finge por o dedo dela em sua xaninha e brinca com ele:

(Sayury) – Quer sentir o gostinho p/ você acreditar ?

(E os dois sorriram um para o outro.)

(Johnny) – Quero sim ! (Diz sorrindo)

(Sayury) – Isso tudo e sede menino ! Você não bebeu nada desde que entrou 3 horas atrás.

(Diz sorrindo)

(Sayury) – Nossa, estou tão apertada, nem vai da tempo de ir no banheiro… Você quer beber meu xixi pra mim ? rsrsr (Continua ela num tom de brincadeira.)

(Johnny) – Mais é claro que sim. Pode fazer tudinho em mim, menina.

(Johnny) – Para matar minha sede. É até caridade de sua parte, não é ? rsrsrrsrs

(Ambos sorriem descontraidamente.)

(Sayury) – Bom meu anjo, deixa eu ir lá no banheiro né, tô mal conseguindo andar sem deixar escapar.

(Sayury) – E agora estou falando e serio mesmo. (sorri e vai saindo toda travadona.)

(Johnny) – Vai lá girl, te espero aqui.

Johnny a espera ir ao banheiro rindo do andar desajeitado dela segurando o xixi.

Mas quando ela volta 20 minutos depois, diz a ele que o banheiro esta completamente congestionado e que ela não consegui entrar para fazer xixi, e que agora teria de sair da boate.

Antes que (Johnny) pudesse falar qualquer coisa Sayury diz com um tom de agonia:

(Sayury) – JOHNNY! (Fala alto com ar de desespero.)

(Johnny) – Que foi ? (Preocupado)

(Sayury) – Ai meu Deus, não vou aguentar segurar mais mesmo, agora e sério ! ! !

(Sayury) – Se eu andar, vou fazer na saia ! ! ! Juro ! ! !

(Johnny) – Calma vc consegue sair a tempo se andar com calma.

(Sayury) – Não consigo não, me da sua mão. (Põe a mão de Johnny na coxa esquerda e ele nota que já havia corrido uma quantidade bem pequena de urina.)

(Johnny) – Eh princesa, acho que agente vai ter que aproveitar o blackout que vai rolar daqui a 1 minuto e fazer o que você falou de brincadeira de verdade !

(Sayury o interrompe) – Não quero que minhas amigas e amigos saibam que fiz xixi nas calcas.

(Sayury) – Vou ficar constrangida de mais ! ! ! (Diz ela desesperada.)

(Johnny) -Calma ! Eu vou beber todo seu xixi para você, Sayury ! (Diz calmamente.)

(Sayury) – Para de falar bobagens , não tá vendo que meu problema e sério? Isso não é uma opção, estou precisando desesperadamente de ajuda de verdade John.

(Johnny) – E porque não acha que é uma opção ?

(Sayury) – Por que isso é surtado d+, e como se eu estivesse te humilhando, você não é um escravo.

(Johnny) – Escuta bem Sayury, no momento nada mais importa para mim, somente seu bem estar e tranquilidade, deixa eu te ajudar de verdade, te poupar este constrangimento, eu te imploro. Garanto-lhe que por um estranho motivo desejo muitíssimo fazer isto para você.

(Sayury) – Ah John, simplesmente não sei. Mas de qualquer forma muito obrigado. De verdade mesmo, tá bom?(Johnny) – Olha, o blackout começou, queira ou não eu vou ficar ajoelhado entre suas pernas, sem ao menos encostar em você sem sua autorização, somente quando você se sentir desesperada e decidir deixar eu te beber para aliviar sua necessidade e te evitar constrangimentos. Mesmo que você faça na saia eu não me levantarei enquanto você não tiver feito tudo.  A decisão de me usar ou não é sua, eu só vou ficar ajoelhado sem te encostar.

(Sayury) – Agache se quiser John, não quero ficar toda mijada mas não consigo fazer isso em você.

Nisto Johnny agacha por entre as pernas de Sayury e logo que ele esta entre as pernas dela, ela segura a cabeça dele com forca contra suas lindas pernas grossas. (Para segurar se a algo e não mijar naquele mesmo instante.) Johnny lambe da perna de Sayuri uma gotinha de xixi que desceu.

Sayury então digita uma mensagem em seu celular, tira sua calcinha (que sai facilmente pois tem dois laços de fitas em cada lado que é só puxar que se desfazem) e mostra a Johnny a mensagem:

- Posiciona bem sua boca contra mim Johnny, decidi que não quero me mijar toda, me apara para não deixar eu vazar, OK? Vou ver se tomo coragem para fazer o xixi em você.

- Você tem certeza de quer que eu faça isto em vc mesmo ? (Aperte minha perna para sim.)

(Ele então aperta as duas pernas dela nas coxas com firmeza e carinho ao chupar cada vez mais sua bela vagina depiladinha. Logo após, elerecebe a seguinte mensagem : )

- Ai meu doce, o meu xixi travou, não consigo fazer isto com vc, deixa eu me ferrar sozinha Johnny.

(Ao mostrar esta mensagem para ele lá embaixo ela acaricia o cabelo dele demonstrando carinho.)

- Ai meu bem, estou com tanta vontade de aliviar minhas necessidades que realmente não consigo segurar mais, e agora é sério Johnny, pare com a brincadeira porque eu sei que vc não quer realmente que eu faca xixi em sua boca. Mas eu tô falando sério mesmo, e que não vou conseguir segurar e vai realmente sair tudo agora.

(Ele então trava as duas pernas dela com forca como se dizendo, você não vai a lugar algum, baby.)

- Olha, estou vendo que vc não vai deixar eu mijar nas calças de verdade mesmo neh, vc e um cara legal de mais da conta, mas Johnny vc vai se sentir humilhado, vc quer mesmo ser meu pinico?

- Tenho que confessar, não sei se vc gostaria de ser utilizado para meu alivio e prazer assim desta forma, por baixo. Mas ja estou segurando há 2 horas e não aguento mas nem um segundo !

(O rapaz com a boca totalmente selada no intimo dela então sente um jatinho bem pequeno, mas que já forma uma pocinha em sua boca, ele saboreia este jatinho, e engole tudinho.)

(Foi um jato bem pequeno, acidental e após três segundos, cessou.)

- Ai meu anjo, espere mais um pouquinho está bom, ai ai ai, vai sair ! ! !  É que não sei se deveria te submeter a isto…

(E nisto ele com a boca selada nela pressiona a bexiga dela para a forcar a fazer e começa a sentir um voluminho bastante pequeno de xixi quentinho, mas que esta saindo constantemente por mais ou menos uns 10 segundos enquanto ela claramente contorcia as pernas suavemente para lá e para cá como se pensasse não ter soltado nada ainda e tentando evitar a vazão)

(Quando ela então finalmente o mostra a ultima mensagem para ele em seu celular:)

- Aff, mas agora é tarde demais coração, infelizmente não aguento mais segurar e vou ter que fazer agora mesmo em vc… aaiiiiiiiiiiii MIL desculpas, LA VAI ENTAO …….

(Ela então começa a soltar aos poucos seu xixi gostoso e caliente na boca dele e relaxa sua bexiga sentindo-se cada vez mais aliviada e relaxada.

(Johnny sente então um frio na barriga de proporção extrema e entra em estado de êxtase quando sente o jato quente e delicioso começando a entrar em sua boca. O jato começa bem fino e ele bebe tudo com facilidade, extremamente excitado deseja um volume muito maior para engolir, apos 12 segundos ela não aguenta mais controlar o fluxo e solta um jato bem mais grosso de xixi na boca dele, que engole tudo agora em um movimento muito mais rápido e desafiador (mas não incômodo) para não deixar escapar nenhuma gota.

De tempo em tempo ele deixa escorrer um jatinho pequeno para fora de sua boca, e em seu pescoço, mas não ligava pois era pequeno e fácil de limpar.

Como ela havia bebido seis latinhas de Bavaria desde a ultima vez que pode usar o banheiro da boate, ela já esta mijando na boca dele por mais de um minuto, e a cada segundo que passava ela e ele sentiam mais prazer, ela experimenta uma sensação enorme de alivio em sua bexiga, prazer e poder como nunca antes sentiu em sua vida, e ele sente-se completamente realizado e em total estado de êxtase e submissão, não poderia estar mais feliz fazendo absolutamente nenhuma outra atividade neste mundo, tinha certeza que era a pessoa mais feliz do mundo pelo menos naquele instante que ja perdurava agora por mais de 1 minuto e meio, e que a cada 5 segundos agora vinha um gatão com pressão total e depois voltava ao normal, depois de mais 30 segundos desses incriveis jatos de pressão todos engolidos por completo ela começa a parar de fazer xixi.

Quando parecia que ela havia terminado ele aperta um pouco mais a bexiga dela para extrair os últimos jatos que ainda estavam lá dentro, e através de uma forte sucção extai a última pocinha que lota sua boca e que veio de dentro daquela barriguinha sexy e perfeita.

Quando terminado, ele limpa bem a xoxotinha dela com sua boca, e a chupa mais um pouco, da um beijo em cada lado de sua bela virilhinha perfumada e um selinho demorado em seu clit antes de subir para que os dois possam se recompor antes do blackout acabar.

Ele então bebe um pouco da caipvodka dela e põe uma bala halls na boca para disfarçar, e ela simplesmente põe seu corpo no peito dele sentindo muita ternura, e depois pede um beijo a Johnny, que pergunta se ela não se importa com o xixi, ela sorri para ele e diz que não vai ter nojo de algo puro que saiu dela própria e o beija deliciosamente ate que os dois começam a ficar e se pegar de verdade.

Ele então a convida para ir a festa no apartamento de alto luxo de seu amigo, que iria até às oito da manhã, e começaria lá pelas 3:00 depois do evento de RPG que estavam realizando. Ela aceita sem hesitar.

O amigo dele os apanham em seu I-30, já com mais um colega e uma menina no banco traseiro.

Nesta festa todos fumavam um ao conversar descontraidamente, inclusive ela que também gostava do barato. As meninas da festa prepararam um estrogonofe de boi com batata palha e arroz, com muita fartura para todos.

Nisto, a cada hora um par de jovens revezavam os dois quartos disponíveis e depois retornavam a festa, inclusive nosso amigo (Johnny) e nossa amiga (Sayury) que às 4:00 da manhã fizeram o melhor e mais gostoso amor de suas vidas na suíte master do amigo. Fizeram amor na cama, no pufe e na banheira de hidromassagem, até que estivessem completamente satisfeitos, e o sentimento de amor foi unânime, foi amor a primeira sucção, rsrsrs. Deitaram se juntos por um tempo para relaxar e depois disto retornaram à festa para curtir mais a conversa, a música e a farra com seus amigos. E é claro, nesta noite várias vezes ela quis utilizar o banheiro; ele ia junto para beber seu doce néctar uma vez mais

Às 10:00, cinco casais foram embora e permaneceram eles e mais três casais de amigos mais chegados, para dormir curtindo o barato no chão aveludado da grande sala de TV, viajando e sonhando com o churrascão nota 1000 do dia seguinte.

E é assim que teve início uma história de amor e muitas chuvas douradas.

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A descoberta da chuva dourada

O fato que narrarei, ocorreu com um jovem residente de Americana, cidade do interior de São Paulo, em 2005. Os nomes que citarei são fictícios. Lucas filho único de pais separados, começou a manifestar aos nove anos, o desejo de se vestir de mulher. Quando a mãe se ausentava para trabalhar, experimentava suas roupas e sapatos. Aos 14 anos compreendeu a própria sexualidade como Cross Dresser, admirava no espelho, seu corpo esguio, vestido em roupas íntimas que tomava emprestado da mãe. Mas por ser ainda muito novo, procurava ser discreto e sempre se travestia em casa, quando tinha certeza de estar sozinho.

Lucas cuidava bem do corpo, da pele, dos cabelos, certamente era muito mais bonito, asseado e cheiroso que seus colegas. À medida que ganhava confiança ao observar suas formas que a cada dia pareciam mais sensuais, tomou para si as lingeries que deixaram de servir em sua mãe e passou a ousar mais dentro de casa, exibindo-se cautelosamente nas janelas da casa, por trás das cortinas. A sensação de poder estar sendo observado era muito excitante, mas ainda assim tomava muito cuidado temia ser descoberto, e que contassem para sua mãe, que costumava receber visitar de vizinhos e amigos.

Numa tarde de verão, Lucas com seus 16 anos estava sozinho em casa, enquanto a mãe estava no serviço. Nesse dia, não se travestiu, estava tranqüilo, quando por volta das três horas da tarde, a filha de uma vizinha, que também era amiga de sua mãe, tocou  a campainha da casa de Lucas. Seu nome era Mariana, uma morena de 1,70m com bela feições, de cabelos castanhos ondulados, e um belo corpo no auge de seus 22 anos, estava vestida com uma blusinha branca, que se ajustava aos belos seios, e uma saia rosa alguns centímetros acima dos joelhos, exibindo um pouco das coxas grossas, muito confortável devido o forte calor da cidade:

- Oi Luquinhas, sua mãe está?
- Não, está no trabalho…
- Que horário ela chega?
- Às cinco…
- Vou esperar ela aí, tudo bem?

Sem saber contra-argumentar, permitiu que Mariana entrasse para aguardar sua mãe, embora estranhasse que ela quisesse esperar por tanto tempo. Lucas ainda era virgem, estava um pouco encabulado com a presença dela, mas procurou ser educado:

- Aceita um copo d’água?
- Sim, por favor, que calor é esse, né?
- É, muito calor mesmo, gelada ou sem gelo?
- Gelada, eu vou com você até a cozinha.

Ela o acompanhou enquanto observava a casa. Lucas retirou uma garrafa com água da geladeira e serviu Mariana. Ela bebeu devagar enquanto ele discretamente olhava e desviava o olhar do corpo dela. Quando ela parava pra respirar olhava para ele com firmeza mas ele não conseguia encarar. Ela bebeu os últimos goles:

- Onde eu deixo o copo?
- Pode deixar, eu ponho na pia.

A passividade de Lucas inspirava Mariana. Eles retornaram a sala:

- Você quer assistir TV, enquanto espera minha mãe?
- Não Luquinhas, mas estou apertada, posso usar seu banheiro?
- Claro, fica no final do corredor, à dir…
- Me leva lá…? – Interrompeu, antes que ele pudesse terminar a indicação.

Diante do apelo de Mariana, fez sinal para que o seguisse e se dirigiu ao corredor. Assim que chegou na porta do banheiro, por educação, abriu a porta e ofereceu passagem, mas ela hesitou em entrar. Ele achou estranho e sentiu que estava sendo invasivo, então ia retornar à sala, mas ela o empurrou para dentro do banheiro, e entrou em seguida, fechando a porta e trancando.

- Preciso fazer xixi, mas eu quero que você me veja.

Uma descarga de adrenalina percorreu o corpo de Lucas que até então, não estava entendendo nada. Ela então suspendeu a saia e passou a tirar a calcinha.

- Bom Lucas, – Dizia enquanto agora abaixava saia – Estou morrendo de vontade de fazer xixi, tomei muita água antes de vir pra cá, mas não vou fazer no vaso.

Lucas, que já estava transtornado por ela dizer que queria ser vista fazendo xixi, agora estava excitado por ver pela primeira vez em sua vida,um púbis feminino, e confuso pois queria atender o desejo de Mariana. Sem jeito, quase gaguejando, disse:

- Pode usar o chuveiro, se quiser…

Mariana achou engraçado e riu por um momento, acelerando a vontade de fazer xixi. Tomou fôlego, fez força pra segurar e se controlou novamente para dizer:

- Não Luquinhas, você não entendeu… Você vai fazer o que eu mandar agora senão eu vou contar pra sua mãe que você anda vestindo calcinha escondido!

Uma nova descarga de adrenalina percorre seu corpo. Ele que já estava transtornado e confuso, sentia-se agora impotente. Seu maior segredo agora era de conhecimento de Mariana, sua vizinha, que agora se revelava uma verdadeira chantagista. Não via nenhuma saída a não ser obedecer o que ela viesse a propor. E na pior das hipóteses ele estava excitado com a idéia de assisti-la fazendo xixi, onde quer que ela quisesse fazer.

- Ta bom… Onde você quiser…
- Então deita aí no chão, vai.
- Deitar?
- Vai logo Lucas, preciso mijar!!!

Deitou-se no chão com o rosto para cima e ela o envolveu com uma perna em cada lado de sua cabeça, oferecendo total visão de sua bela xoxota depilada. Nesse momento não foi só uma ficha que caiu na cabeça de Lucas. Mariana agachou um pouco e deu vazão ao xixi, suspirando de alívio. Atônito, ele sentiu o peso da água atingir sua testa e escorrer para os cabelos. Ela rebolou devagar para contornar o rosto de Lucas com seu fluxo quente, o suspiro de alívio transformou-se numa risada abafada pelo prazer de estar no controle. Recebeu passivamente o forte jato em seu rosto, enquanto uma ebulição de emoções fervilhava em sua mente. O tesão por ver Mariana nua da cintura pra baixo, a situação ultrajante que se encontrava submetido e a humilhação que jamais imaginou passar. Finalmente, sentiu um êxtase com tudo aquilo. Ela já estava terminando de fazer xixi, arrebitou a bunda e despejou os últimos jatos no peito dele, molhando mais sua camiseta, que já estava respingada e encharcada, pela poça que se formou no chão. Ela então se levantou, pegou um pouco de papel higiênico, limpou a xoxota, enquanto ele se recompunha limpando os olhos com os dedos. Jogou o papel higiênico no lixo, se vestiu rapidamente, destrancou a porta e apenas disse “tchau Lucas”, deixando-o lá banhado de xixi, sem entender nada, e ainda com o trabalho de secar todo o chão e lavar a roupa. Posteriormente ele soube que se tratava de um fetiche chamado chuva dourada. Esse relato verídico merece uma continuação fictícia?

Acesse o texto original, no blog SeuPrazer

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Um truque para ganhar uma chuva dourada

Numa época tive uma namorada que era bem sapeca, vou chamá-la de Naninha, por mais que tentasse eu não conseguia que ela me fornecesse aquele seu “suco de ouro” diretamente na minha boca, ela tentava e não conseguia.

Então tive uma idéia, como ele gostava muito de um chopinho, antes de irmos para um motel, eu passava em um barzinho onde tomávamos uns bons copos de chope, então naturalmente, pelo efeito diurético da cerveja, ela ia no banheiro, eu a esperava voltar e depois de mais uns dois ou três “canecos”, convidava-a para o motel, só que aí não a deixava mais ir ao sanitário.

Como normalmente andávamos de moto, Naninha ia à minha garupa e o movimento da moto aumentava mais seu desejo de urinar, chegava ao motel e antes dela se dirigir ao banheiro eu propunha um sessenta e nove, como era muito tarada por umas boas linguadas naquela xaninha deliciosa, invariavelmente a danadinha topava, eu ficava por baixo e minha amada por cima.

Aí começava meu pequeno, mas eficiente truque, enquanto ia com a língua acariciando seu já intumescido clitóris, ia sugando sua uretra aos poucos, como sua excitação aumentava e o orifício do xixi ia se dilatando aos poucos, eu comprimia suavemente sua bexiga sugando ainda com mais intensidade, como ela já estava cheia de vontade de urinar deixava involuntariamente sair meu apreciado suco, primeiramente aos pouquinhos e depois saía mais generosamente àquela cerveja já purificada pelos filtros naturais de suas entranhas.

Continuava naquela situação, sugando o mijo e lambendo o grelo, até que Naninha começava a gozar, sentia isto quando o ânus dela começava a se contrair, dando verdadeiras piscadas involuntariamente, primeiro pausadamente e depois mais acentuadamente, mostrando assim o seu ápice de prazer, neste momento, em ato contínuo, a danadinha lançava na minha boca, fortes jatos de urina, eu sofregamente bebia tudo enquanto ao mesmo momento me acabava na boca daquela gostosa.

Época de ouro era aquela, quantas saudades, Naninha casou e mudou-se para longe de minha cidade, nunca mais a vi.

Autôr: Sergio Duarte Moreira

Contato: sedumor [at] hotmail [dot] com

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